Carlos Eduardo (C.E )

Costuma ocupar os cargos de Diretor, Roteirista, Web Designer, Câmera, Diretor de Efeitos Especiais e “O cara que faz as camisas”. É também conhecido por Grande Sapo Patriarca, devido ao seu comportamento semi-batraquial. Tem atração por lasanhas e informática, além do costume doentio de usar sempre as mesmas roupas.


Estudante de Desenho Industrial - (UNESA)

 
E-mail:
Dentro do CINEMA ROTO, todos são atores em potencial (alguns com grande potencial para representar árvores, pedras, etc). Entretanto, há outros cargos que são divididos entre aqueles que tem mais desejo e paciência para setores específicos. As portas do CINEMA ROTO estão abertas para pessoas com idéias, e caso você tenha algum quadro, esquete, um tema para ser abordado, ou simplesmente uma piada que poderia ser adaptada, clique aqui, e envie-nos seus pensamentos (por mais estúpidos que possam ser); não existem limites para a baboseira.
Thiago de A. Pereira

Há várias vertentes que discorrem sobre o significado de C.E. Alguns afirmam ser “Cabeça Estranha”, outros dizem que é “Cabelo Escroto”, ou ainda “Começou Errado”, mas sabe-se que existe alguma relação com seu nome completo. É um dos poucos do grupo que tem experiência teatral, fazendo dois anos de curso, em meio a um grande número de homossexuais (talvez isso tenha influenciado em sua escolha sexual). Participa como Diretor, Roteirista e faz biscate de Câmera...


Estudante (EsPCEx)

 
Marcus Vinicius

Embora ele afirme que a sigla signifique seu próprio nome, ela pode ser interpretada de várias maneiras: “Menino Versátil”, “Muito V…alegre e saltitante”, etc. Apesar de jovem, já é quase calvo; diz a lenda que seu cabelo refugou da testa com medo do rosto horripilante. Foi quem idealizou o nome CINEMA ROTO e, apesar de não ter paciência para escrever roteiros, contribui com muitas idéias amebóides.

Estudante de Direito - (UFRJ)

Fabius
Muito mais que um simples membro fundador, Fabius é considerado por muitos como um guia espiritual. Levava uma vida humilde no quintal de uma casa na Zona Oeste do Rio de Janeiro . Fabius teve uma vida muito sofrida, cheia de dificuldades e pesares, mas que, com sua força de vontade e determinação, foram superadas. Sempre auxiliou o grupo com inspiração, concentração e muitas risadas; está em praticamente todos os nossos filmes (às vezes aparece lá no canto, mas sempre marcando presença).

Bacharel em Teologia, Sociologia, Economia, Mestre em Ciências Jedis , História da Idade Clássica, Doutor em Ioga, Biologia, Química e Alta Crítica Elevada da Mente Humana.
Daniel Barros
Cara de cientista, habilidades de acrobata e muitas filosofias assustadoras na cabeça, essa aberração da natureza somente encontrou descanso na destruição da paz alheia, através do CINEMA ROTO. Dizem que ele estreiou sua carreira cinematográfica no filme “Querida Encolhi as Crianças”, mas nossa produção ainda averigüa a veracidade deste fato. Junto com os outros membros, degrada a qualidade de nossos filmes como Ator.


Estudante de Medicina - (UNI-RIO)
Thiago Barros (Jevrey)
“E aí, Jevrey!” é a frase que mais fala em sua vida; parece que Jevrey é o nome que as vozes em sua cabeça dão a todas as pessoas, exceto ele próprio. Quando nasceu, foi confundido e trocado pela placenta várias vezes, até aprender a falar (característica que diferenciava os dois). É o nosso compositor de trilhas sonoras para o grupo e Coordenador do Departamento de Propaganda & Marketing pois é maluco o suficiente para escrever em todos os quadros negros de seu colégio o endereço do site do CINEMA ROTO.

Estudante de Medicina - (UNI-RIO)
Vitor Hugo
De lado é um traço e de cima é um ponto. Esta é a melhor forma de descrevê-lo. Tem um jeito desengonçado de ser e possui algum passado artístico junto com Carlos Matos (Vitor compunha o “grande número de homossexuais”). Por essa habilidade descomunal de atuação, quando ele aparece nas cenas (nos momentos em que está de frente ou de costas) faz um arraso; quebra lentes e espelhos à sua volta . Ajuda a manter o tíulo de amador do grupo, como Ator.


Estudante de Direito - (UFRJ)
Léo (Sequela)

Uma verdadeira doença ambulante, essa criatura faz (ou, de acordo com ele, fazia) qualquer coisa por R$1,00. Honra, dignidade, noção de ridículo, são palavras que não existem em seu vocabulário. Participou de algumas filmagens pré-CINEMA ROTO, especialmente em quadros de “Férias Doidas Pacas”, mas possui uma mente atormentada que tem, para nós, algum valor.


Estudante de Veterinária - (UFRRJ)

Fillipe

Ator e Diretor nas produções pré-CINEMA ROTO, produzindo ativamente tanto “Férias Doidas Pacas” como outros quadros avulsos. Largou o cinema por um tempo para ganhar a vida se prostutuindo nas ruas do Rio , com o codinome “Diego Rasgatanga”. Mas deixou esta vida incerta e ingressou no CINEMA ROTO para ganhar seu pão-de-cada-dia .

 

Fiscal da natureza em tempo integral
Phd em ócio
Diego Pereira

Catatônico. É assim que Fillipe se comporta diante de qualquer coisa que prenda sua atenção. Confundido diversas vezes com a criatura Gollum, Felipe iniciou sua carreira artística cantando “Louvores rurais”. Mal sucedido, ingressou no CINEMA ROTO a procura de emprego. Como não podíamos ajudá-lo, dedicou-se a desenvolver jogos excêntricos em RPG Maker. Insandescido , procura hoje estudar informática, alegando que a linguagem binária salvará o mundo dos duendes. Normalmente dá sua contribuição ao grupo com idéias, ajuda na edição e faz coisas bizarras dobrando os dedos da mão.

Estudante - (Ensino Médio)
Fernanda Frattini

Primeira mulher a participar do grupo e herdeira de uma tradição mafiosa italiana, Fernanda Frattini migrou de São Paulo para o Rio de Janeiro querendo ser estrela. Depois de curtas aparições em novelas italianas da televisão, ela percebeu que seu futuro estava intimamente ligado ao cinema. De qualquer forma, sua intimidade com “Os Frattini” permite ao CINEMA ROTO ter acesso a armas de fogo para serem usadas em suas produções. A presença de Fernanda sem dúvida é essencial para enriquecer nossos roteiros com suas divagações metafísicas e para fazer brilhar seu talento de atuação.

Estudante de Direito - (UFRJ)
Haroldo

Nascido e crescido no século passado, Haroldo Bezerra é uma figura exótica. Jornalista, radialista, professor de matemática e campeão mundial de sinuca de Jacarepaguá, só não foi presidente da república por falta de tempo para dedicar ao ofício. Escritor premiado, Haroldo contribui com textos, idéias e frases de efeito, para a expansão do CINEMA ROTO em sua odisséia de domínio mundial. Discípulo de Fabius, sua genialidade dispensa qualquer descrição.

Escritor, Matemático e Analista de Computadores

Morena

Natural de Petrópolis, Nikita é uma boxer muito prendada: sabe sentar, deitar, morrer (fingir, óbvio), dar a patinha (apenas para pessoas da família), etc. Apesar de possuir um corpo esbelto, cheio de beleza, costuma afastar os machos de si por ter uma personalidade muito forte. Até hoje, o único que se aproximou dela foi Petrus, seu primeiro e único amor; infelizmente, há muito tempo não se vêem, mas juraram fidelidade eterna. Com um grande talento artístico, Nikita participou de nossas filmagens atrapalhando o som (sempre se pode ouví-la latindo ao fundo) e como Atriz coadjovante nas produções pré-CINEMA ROTO.

Segurança
Nikita

Tem um ar e graça excepcionais que encantam qualquer um. Quando quer carinho, faz o maior charme (adora deitar exatamente em cima do livro que você está lendo); quando está impaciente, sai correndo de todo mundo. Morena vive tendo problemas com seu irmão, Curumin. Ambos vivem brigando, mas é sempre ela quem começa. Ela bate na cara dele todo dia, até que, periodicamente, como bom macho predador, seu irmão aplica nela a política do “eu não sei por que estou batendo, mas você sabe por que está apanhando”. Até agora somente atuou como protagonista de PROGAPÃMAN, mas tem uma longa carreira artística pela frente.

Modelo
 
Fernandinho (Lex)

Fernandinho é um garoto excepcional; excepcionalmente idiota. É semi-gago, tem pouca coordenação motora e quando fala, fala besteira. Mas sua principal característica é a extrema capacidade de contar piadas sem graça, ou ainda estragar as que tem graça; especialmente quando esquece o final. Esta sua habilidade inspirou o CINEMA ROTO a produzir o curta “O pior comediante do mundo”. O apelido, Lex, foi dado devido às doses de “Lexotan” que é obrigado a tomar diariamente. Participa como ator e piadista (péssimo, por sinal), piorando ainda mais a qualidade de nossos filmes.

Estudante - (Ensino Fundamental)