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Tudo começou quando três crianças resolveram fazer alguma coisa de útil (talvez não tão útil assim) em suas férias A idéia era gravar um filme; o problema era que eles não sabiam como. Diego, Carlos e Thiago são os nomes das criaturas que pegaram uma câmera caseira e começaram a filmar.O enredo do filme era simples: duas pessoas que não tinham o que fazer nas férias resolvem assistir televisão . Essa história original deu origem ao seu primeiro filme, denominado de “Férias Doidas Pacas”. Por sugerir um conteúdo bastante abrangente, o filme é baseado em canais de TV, com alguns quadros que se repetem durante a programação com programas totalmente desconexos aparecendo como propagandas televisivas. Não havia roteiro algum para ser seguido.

Os diretores/atores/assistentes de câmera simplesmente tinham uma idéia doentia, discutiam os pontos básicos da esquete e gravavam. No entanto, é isso que deixa o filme tão espontâneo e engraçado, dando uma boa mostra do que é cinema amador. Entretanto, impecilhos vieram que não permitiram a conclusão desta obra-prima. O retorno das aulas cortou a inspiração dos criadores do filme, que morreu antes de nascer. Mas há males que vêm para o bem. Esse “aborto prematuro” que foi “Férias Doidas Pacas” encheu as cabeças de idéias sem sentido, que foram se acumulando até que, vendo a oportunidade de se reerguerem, essas mentes se reuniram num grupo de pessoas excepcionais: o CINEMA ROTO.A grande chance se resume numa placa de captura de vídeo adquirida por um dos membros do grupo, Thiago.
 
O sonho de expor sua arte e fazer sucesso continua e, com um pouco de propaganda, logo logo outras pessoas foram aderindo à organização. Com o crescimento do grupo, os propósitos foram se diversificando, o ato de fazer cinema passou a ser levado mais a sério. Surgiram projetos na área de documentários e de animação. As técnicas foram aprimoradas, mas nunca a prejuízo da bizarra imaginação dos componentes.

"CINEMA ROTO está longe de ser um mero trocadilho;
é um estilo de vida."